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Como cuidar dos pés inchados durante a gravidez

Como cuidar dos pés inchados durante a gravidez - podologia braga

A gravidez chega e com ela muitas alterações acontecem, principalmente durante o período de verão.

Das muitas alterações que acontecem, os pés acabam por ser esquecidos e, por vezes, a falta de cuidados com essa importante parte do corpo pode causar um enorme desconforto. Estas modificações fisiológicas derivadas da gestação podem induzir ao aparecimento gretas, pés secos, inchaços e até dores. Isto acontece devido ao aumento da produção da hormona feminina, a progesterona.

O aumento de peso, natural nessa fase, também aumenta a pressão nos calcanhares, além da compressão das veias na região abdominal, devido ao aumento do útero e do bebê, que dificulta o circulação do sangue das pernas para o coração. Toda esta pressão extra faz com que as extremidades dos pés fiquem mais espessas e comecem a rachar. O ideal é hidratar muito e controlar, na medida do possível, o sobrepeso.

O inchaço é normalmente similar em ambos os pés. Se for diferente, pode ser sinal de um problema vascular, pelo que nestes caso, mesmo que por medida de precaução deve procurar ajuda de um médico podologista rapidamente.

O que evitar

Há diversos hidratantes e esfoliantes para pés e corpo disponíveis no mercado, mas as grávidas devem escolher produtos que não contenham concentrações de ureia acima de 3%. Além da ureia, a também é necessário ter em atenção cremes que contenham lactato de amónio – outra substancia utilizada na hidratação cutânea. A melhor escolha são os hidratantes neutros.

Os esfoliantes podem ser utilizados semanalmente, mas se os pés estiverem inchados e a pele da região mais sensível, estes devem ser usados com maior cuidado.

Além do uso diário de cremes humectantes, as massagens nas pernas e pés são sempre bem-vindas. Recomendam-se banhos de imersão com sais que ajudam a diminuir o desconforto causado pelo inchaço. A velha dica de erguer as pernas sempre que possível também é muito útil, além do uso de meias elásticas apropriadas.

Evite ficar muito tempo sentado ou de pé, o ideal será ir alternando de forma a facilitar a circulação sanguinária. Pequenas caminhadas e exercícios leves também são recomendados.

Não é porque está grávida que deve abandonar hábitos comuns de beleza, como tratar e pintar as unhas dos pés. Visitas à pedicure podem ser mantidas. Aqui o importante é lembrar que o uso de material esterilizado é fundamental relativamente às questão de saúde.

Tratamento e prevenção

Existem formas eficazes de tratar tanto a pronação excessiva como o edema durante a gravidez.

A pronação excessiva pode ser abordada pelo podologista de forma conservadora através de ortóteses plantares (palmilhas) personalizadas com o objectivo de reduzir a referida pronação excessiva.

A escolha do sapato ideal também é fundamental. Deve-se escolher calçado confortável que forneça estabilidade, conforto e absorção de impacto. De preferência, devem ser sapatos rasos, com um pequeno salto grosso. Essa pequena inclinação dos pés favorece a estabilidade na coluna lombar e oferece menos risco de desequilíbrios e quedas.

É importante tratar e/ou prevenir a pronação excessiva para aliviar a dor/desconforto, mas também para prevenir o aparecimento de outros problemas como fasceíte plantar, esporão do calcâneo, metatarsalgia, tendinites e joanetes.

Assim e resumindo, o edema nos pés, por seu lado, pode ser minimizado pelos seguintes métodos:

  • Eleve os pés sempre que possível. Caso esteja sentada durante longos períodos de tempo, coloque algo sob os seus pés para os elevar:
  • Os pés podem aumentar de tamanho durante a gravidez. O calçado tem de acompanhar essa mudança;
  • Utilize calçado de dimensões adequadas. Se for demasiado estreito ou curto, dificultará a circulação. Evite usar sapatos apertados e saltos altos;
  • Utilize meias que não dificultem a circulação, use meias de compressão, de acordo com a orientação do médico podologista;
  • Se for conduzir durante bastante tempo, faça pausas regulares para alongar as pernas e facilitar a circulação;
  • Tenha uma dieta equilibrada e evite comida salgada (pode aumentar retenção de líquidos).
  • Beber de 2 a 3 litros de água por dia, pois estar bem hidratada diminui a retenção de líquidos;
  • Quando for dormir, preferira ficar deitada de lado;
  • Quando deitada, coloque os pés em cima de uma ou duas almofadas para facilitar a circulação do sangue;
  • Exercite-se regularmente para melhorar a saúde em geral. Caminhar é um bom exercício. Praticar caminhadas, natação ou andar de bicicleta durante pelo menos 30 minutos, 3 vezes por semana também pode ser um bom exercício;
  • Não cruzar as pernas ao sentar;
  • Não ficar em pé por muito tempo.

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Os benefícios de caminhar descalço na praia

Os benefícios de caminhar descalço na praia - podologia braga

Sabia que caminhar descalço na praia é muito saudável?

O que pode ser mais relaxante, neste período de verão que se aproxima, do que andar com os pés descalços ao longo da praia?

O simples caminhar é uma opção super saudável pois para além de ter efeitos positivos na saúde nos nossos pés, ajuda-nos a manter a forma dos pequenos excessos gastronómicos que cometemos durante as férias – quem tem diabetes deve ter um cuidado redobrado caso caminhe descalço.

Para quem sofre de varizes, esta pode ser uma excelente oportunidade para melhorar a circulação sanguinia – isto aplica-se mesmo a quem não tem problemas com varizes :).

Deixo-vos então algumas dicas:

Massagem natural. Ao caminhar na praia, terá a vantagem de a areia massagar a sola dos pés, o que ativa a circulação venosa e linfática. Caso esteja junto à água, junto do rebentamento das ondas, a água do mar irá massagar também os tornozelos, tornando o exercício ainda mais completo.

Andar sobre água. Andar com a água juntos dos tornozelos é muito benéfico mas caso prefira um exercício mais completo, caminhe dentro de água – com a agua até aos joelhos. Andar na água com essa profundidade, e caminhando devagar pode ser cansativo mas é um exercício fantástico – ajuda a fortalecer os músculos das pernas e das nádegas.

Esfoliação natural. Caminhar na praia para além de ser ser saudável também tem benefícios de beleza. Caminhar na areia é um óptimo esfoliante natural devido ao contacto do pé com a areia. E o resultado? Pés mais suaves.

Minerais. Há um outro benefício associado ao caminhar na água do mar, os seus minerais – de iodo e de sódio, eles  ajudam a prevenir o envelhecimento e também ajudam aqueles que têm problemas de tiróide.

Areia molhada ou seca? Caminhar junto à água é realmente mais fácil e menos cansativo. Já caminha na areia seca, requer mais esforço, já que a areia é menos estável. Neste caso, em termos de exercício pode ser a melhor opção, no entanto é mais susceptível a haver lesões.

 

Mais algumas dicas

  • Evite caminhar durante o meio dia. Assim evita queimaduras solares. O melhor momento é nas primeiras horas da manhã ou à tardinha no pôr do sol.
  • Tente caminhar com companhia. Ajudar a incentivar e assim também põe a conversa em dia.
  • Aplique protetor solar antes de sair de casa, levar uma garrafa de água e usa um chapéu.

 

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8 dicas para cuidar dos seus pés neste verão caso tenha diabetes

8 dicas para cuidar dos seus pés neste verão caso tenha diabetes - podologia braga

As pessoas com diabetes, para evitarem danos nos pés, precisam de uma atenção redobrada durante os meses de verão. Devida ao calor extremo vários problemas podem surgir, tais como o inchaço, os pés secos, gretas, problemas derivados pelo uso de sandálias, bem com os problemas associados quando se anda descalço – feridas, queimaduras e bolhas.

Deixo aqui algumas dicas que vos podem ajudar a manter os pés felizes e saudáveis neste verão!

  1. Nunca ande descalço na praia, na piscina, no vestiário, ou dentro de casa. Isso irá ajudar a evitar objectos cortantes, queimaduras devido ao piso ou areia quente, abrasões de superfícies ásperas, anti-derrapante, e contacto com vírus ou bactérias – que pode levar a infecções fúngicas ou outros problemas nos pés;
  2. Aplique protector solar no topo e no fundo dos pés para proteger das queimaduras solares;
  3. Se necessário, hidrate os pés, mas não aplique a loção entre os dedos;
  4. Use meias de algodão;
  5. Eleve os pés sempre que necessário. Isto pode ajudar a evitar problemas de circulação;
  6. Use calçado apropriado para esta época do ano (caso necessário use também palmilhas adequadas ao seu pé);
  7. Reveja todos os dias os seus pés e caso repare em algo fora do normal entre imediatamente em contacto com o seu podologista;
  8. Não se esqueça de manter os seus níveis de glucose em bons níveis (aproveite o bom tempo e faça também um pouco de exercicio).

 

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8 Dicas para Manter os Pés Saudáveis no Verão

8 Dicas para Manter os Pés Saudáveis no Verão - Clinica de Podologia Braga Dr. Viviana Lima

Os pés são a base de sustentação de todo o corpo e apesar de a sua pele ser mais espessa e resistente, sofrem um desgaste diário natural e estão sujeitos a inúmeras agressões. Durante o verão, os pés entram em contacto direto com inúmeras superfícies e ficam mais expostos, exigindo cuidados especiais. Ficam aqui 8 dicas em como cuidar dos pés para este verão.

  1. Calçado confortável – O tipo de calçado é fundamental para manter os pés saudáveis. O sapatos devem ser o mais confortável possível, e devem certificar-se de que estão limpos. O calçado apertado e desconfortável pode causar deformações resultantes da fricção direta com a pele, como calosidades na planta dos pés e por cima dos dedos.
  2. Lave os pés corretamente – Lavar os pés corretamente deve ser uma preocupação. No verão, os pés estão em maior contacto com o chão. Para garantir que ficam bem limpos, pode recorrer a um gel de lavagem indicado para pés e a uma escova que permita eliminar toda a sujidade e as células mortas. Depois, devem ser bem secos com uma toalha, principalmente entre os dedos, para assegurar que esta zona fica livre de humidade. Os anti-transpirantes em pó ou em spray podem ser aplicados diariamente e são uma boa solução para os problemas de odor e para evitar fungos.
  3. Creme hidratante – Deve ser aplicado diariamente, sobretudo à noite, antes de dormir, para que a pele regenere durante a noite. O creme hidratante pode ser aplicado com uma massagem simples, feita em movimentos circulares e com alguma pressão nas zonas do pé onde a pele estiver mais seca. A aplicação pode ser repetida sempre que sentir a pele dos pés seca.
  4. Protetor solar – Na praia e piscinas, ou sempre que os pés estiverem demasiados expostos ao sol, é importante aplicar protetor solar nos pés, uma vez que estão tão expostos aos raios ultravioleta como qualquer outra parte do corpo.
  5. Unhas a respirar – Manter as unhas sem verniz durante um determinado período de tempo. No Verão, o calçado mais descoberto faz com que muitas mulheres, por uma questão estética, optem por pintar as unhas. É aconselhável deixar as unhas sem verniz, pelo menos durante dois dias, para que nesse intervalo as placas de queratina se restabeleçam e sejam renovadas com oxigénio.
  6. Cuidados com as longas caminhadas – Se fizer longas caminhadas ou sempre que necessitar de usar sapatos de salto alto, utilize meias sem costuras, protetores de bolhas, protetores de calos ou palmilhas que permitam um caminhar mais confortável e protejam de futuros problemas.
  7. Esfolie os pés – Sempre que necessário para remover calosidades utilize limas esfoliantes – as elétricas são mais práticas – em média uma a duas vezes por semana, para que a sua utilização não provoque o efeito contrário, ou seja, que a pele se torne mais espessa como mecanismo de defesa.
  8. Cuidados nos locais públicos – Espaços como ginásios, balneários ou piscinas são locais propícios a infeções. Fungos, micoses ou manchas são, por isso, mais comuns durante o verão – procure os produtos existentes no mercado e aconselhe-se com um profissional de saúde.

 

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Dicas de apoio ao peregrino

Dicas de apoio ao peregrino - Podologia Braga

E porque estamos em época de peregrinações, deixo-vos aqui algumas dicas a ter em conta, quer na preparação, quer na escolha de calçado, bem como durante a caminha.

Antes das caminhadas

  • Antes de se fazer uma caminhada, seja ela grande ou pequena, deve-se tomar algumas prevenções de acordo vestuário, alimentação, etc. Para começar deve:
  • Verificar o estado de saúde geral, visitando um médico;
  • Efetuar caminhadas regulares, aumentado gradualmente o tempo de cada caminhada;
  • Utilização de calçado confortável, principalmente calçado já estreado;
  • Adquirir os cuidados básicos das unhas, ou seja, cortá-las de forma reta, assim evitando as feridas);
  • Realizar uma alimentação saudável;
  • O peregrino deverá ter uma mochila, caso queira levar uma;
  • É muito importante que o peregrino permaneça calçado nas mesma condições da peregrinação, deverá utilizar também o mesmo par de sapatos ou meias, de preferência micro fibra ou
    algodão, não esquecendo que a licra é um material que não se deve usar nestes casos.

 

Escolha mais acertada do calçado

  • A melhor escolha do calçado é sem dúvida uma grande ajuda para todos os peregrinos, evitando os problemas que possam aparecer nos pés, deve-se fazer o seguinte para estas circunstâncias;
  • Ao comprar o calçado, verificar de modo observador se o produtor contem algum ressalto, ponta ou costura que possa vir magoar;
  • Na compra do calçado, não se deve comprar o produto demasiado justo no pé. Os pés ao longo da caminhada alargam e expandem devido ao calor e aos impactos.;
  • Uma caminhada de grande distância e quente poderá fazer os pés expandirem um tamanho e meio ou mais, não convém comprar sapatos como se fossem para estar parado e com eles calçados.
  • É sempre importante deixar uma folga entre as unhas dos pés e a fronteira do calçado, colocando o dedo polegar;
  • Certifique-se que consegue movimentar os dedos livremente sem sentir a fronteira do sapato;
  • Comprar numa loja especializada não é o mesmo que comprar um par de sapatos num hipermercado, pois nesse tipo de lojas existe alguém que sabe o calçado mais adequado para cada situação.

 

Agora começa o mais importante além dos últimos procedimentos, a caminhada.

  • As regras são muito importantes pois irão ajudar-nos no que for preciso de acordo a termos uma boa peregrinação.
  • Não se deve tomar banho de água muito quente nem durante muito tempo antes de fazer a caminhada, pois os pés ficam mais sensíveis e sujeitos a uma maior fricção, o que pode provocar bolhas;
  • Tomar o pequeno almoço antes de peregrinar é muito importante, pois enriquece o organismo,
    evitando as fraquezas;
  • Deve-se ir efectuando algumas paragens a cada 60-90 minutos, para beber líquidos, nomeadamente água, e ingerir sólidos que contenham hidratos de carbono para que posso manter
  • um ótimo rendimento e evitar possíveis desidratações; Evitar grandes passadas, para aumentar a velocidade, optando por passadas mais curtas;
  • Durante o dia, deve ser ingerido 1,5 litros de água;
  • Utilizar chapéu ou boné;
  • Utilizar colete reflector, para que possa reduzir os acidentes rodoviários;
  • É importante o uso de roupa larga, de preferência cores claras e de fibras naturais (ex.: algodão);
  • Aplicar pó-de-talco ou anti-transpirantes nos pés, nas meias e até no calçado;
  • Usar meias de algodão sem costuras, caso tenha, estas devem permanecer viradas do avesso;
  • Calçado já utilizado, confortável, arejado e de qualidade;
  • O peregrino deve evitar automedicar-se;
  • A alimentação deve ser cuidada.
  • Não beber bebidas alcoólicas enquanto o peregrino caminha
  • Não se deve caminhar nas horas de maior calor (12h-15h);
  • O peregrino deve programar com antecedência as paragens para comer e dormir;
  • Deve deixar o locar onde passar limpo;
  • Os carros de apoio devem parar do lado em que o peregrino caminha;
  • Ajude os mais cansados, não os deixando sozinhos;
  • Ande em fila indiana e não em grupo, para evitar os acidentes rodoviários;
  • Não circule pela estrada mas sim pela berma;
  • Não ande nos IP nem nos IC;
  • Se for necessário reunir o grupo faça-o sempre for do alcance da estrada;
  • Não use nem permita auscultadores de rádio;
  • Não utilize o telemóvel enquanto caminha na estrada;
  • Não caminhe mais de 30 km por dia;
  • Não caminhe aceleradamente;
  • Faça uma pausa de 1h na caminhada da manhã e 2h no fim do almoço;
  • Quando parar coloque os pés num acento, pondo-os mais altos que a cabeça;
  • Tenha atenção aos carros mesmo quando reza ou canta;
  • Não circular de dia, ou principalmente de noite sozinho.

Fonte: Paramédico Internacional

 

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Pé da Atleta: O que é?

Pé da Atleta O que é - Podologia Braga

A expressão “pé de atleta” é vulgarmente empregue para designar a infeção dos pés por fungos dermatófitos, sendo os mais frequentes os dos géneros Trichophyton e Epidermophyton. É um problema de pele incómodo que, quando aparece, pode tornar-se difícil de eliminar. Contudo, com tratamento adequado, esta situação pode ser resolvida rapidamente.

Este tipo de infeção localiza-se geralmente nas zonas interdigitais dos dedos do pé, preferencialmente entre o quarto e quinto dedo. Os principais sintomas são prurido (comichão), descamação, maceração e fissuras. Se a lesão não for detetada precocemente, ela poder-se-á estender para a superfície plantar dos pés, unhas (provocando alterações da cor e formato) e até para outras regiões do corpo como, por exemplo, as virilhas.

O “pé de atleta” é uma doença contagiosa. As principais vias de transmissão são o contacto direto da pele com pele ou o contacto indireto através de superfícies contaminadas em ambientes quentes e húmidos como balneários, piscinas, ginásios, saunas, instalações de apoio dos veraneantes, praias, etc.

Há alguns cuidados que pode ter para evitar este tipo de infeção, nomeadamente:

  • Evitar andar descalço em espaços públicos, usando sempre chinelos ou outro tipo de calçado;
  • Lavar e secar cuidadosamente os pés, especialmente entre os dedos;
  • Mudar de toalhas regularmente e não as partilhar com outras pessoas, incluindo os tapetes dos pés;
  • Usar calçado, em pele ou materiais naturais, que mantenha os pés arejados e secos;
  • Mudar de calçado com frequência;
  • Evitar sapatos desconfortáveis que não se ajustem e provoquem bolhas ou feridas nos pés;
  • Usar meias de algodão, que deixam a pele respirar e mudá-las diariamente.

Em caso de infeção, deve lavar as roupas, que estiveram em contacto com as zonas infetadas, a temperaturas altas para eliminar os fungos. Por outro lado, deve calçar sempre as meias antes de vestir o resto da roupa, para evitar a contaminação de outras partes do corpo.

Muitas pessoas pensam que o “pé de atleta” não tem cura porque não fazem o tratamento adequadamente e, por isso, têm reinfeções com alguma frequência.
Mas o “pé-de-atleta” tem tratamento, tem cura! Se suspeita que os seus pés padecem deste tipo de infeção, dirija-se ao seu médico de família ou podologista para ser avaliado e tratado convenientemente.

Fonte: CM

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Inchaço nos Pés. Causas e Tratamento.

Inchaço nos Pés. Causas e Tratamento. - Podologia Braga

Inchaço nos pés. Por norma não são motivo de preocupação, visto ser recorrente em pessoas que ficam muito tempo de pé ou que caminham bastante. Existem, no entanto, situações em que o inchaço é mais do que recorrente e quando passa a ser frequente, ai sim é capaz de ser um problema mais grave. Nestas situações deve consultar o seu médico ou podologista.

Possíveis causas para o inchaço nos pés

Como já referi anteriormente, tendo em conta as funções que os pés e as pernas desempenham, este tendem a desenvolver um certo inchaço. Dependendo das razões, o inchaço pode ser mais ou menos grave. Em casos mais graves pode ser sinal de excesso de fluido corporal acumulado que podem resultar num mau funcionamento de certos órgãos. É o que ocorre, por exemplo, com o sistema linfático – parte do sistema imunológico que auxilia no combate a infecções. Muitas vezes, os gânglios linfáticos não funcionam corretamente e substâncias nocivas vão se acumulam neles, causando o que se conhece por linfedema.

Geralmente, atinge com mais frequência braços, pernas e pés, deixando-os inchados. As causas desse problema são as mais variadas, incluindo doenças genéticas ou ainda danos a nódulos linfáticos causados por cirurgia, infecção e terapia de radiação.

Inchaço nos pés na gravidez

Durante a gravidez, é normal haver um pouco de inchaço nos pés. O curioso é que um estudo publicado no American Journal of Physical Medicine & Rehabilitation diz que o inchaço pode ser até mesmo permanente, levando ao aumento do tamanho do pé após a gravidez.

Quando o inchaço é acompanhado de outros sintomas, como dor abdominal, dores de cabeça, pouca urina, náuseas, vómitos ou alterações na visão, é recomendado que visite o seu médico ou podologista, pois pode ser um problema grave. Do mesmo modo, faça isso quando houver uma lesão no pé, já que o inchaço pode muitas vezes indicar a formação de coágulos.

Existe ainda a possibilidade de medicamentos causarem inchaço nos pés e nos tornozelos como efeito secundário. Caso suspeite que a inflamação possa estar relacionada com medicação, consulte seu médico ou podologista.

Como tratar o inchaço nos pés

Existem medicamentos capazes de regular a circulação sanguínea e consequentemente a redução dos pés inchados. O exercício regular também ajuda a prevenir este tipo situações visto que melhora a circulação. Evite também estar durante muito tempo sentado ou na mesma posição – tente esticar as pernas pelo menos uma vez por hora.

Pode da mesma forma recorrer à hidroterapia, com água fria e quente, que também é muito eficaz no momento de reduzir o inchaço nos pés. Esta solução é bastante importante pois a água quente melhora a circulação, e já a água fria reduz o inchaço e uma possível inflamação.

À noite, e como relaxamento, pode também optar por colocar as pernas sobre uma almofadas.

Caso nada disso funcione, procure ajuda médica.

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10 Problemas Nos Pés Causados Pelo Calçado

Problemas nos pés causados pelo calçado - Clinica de Podologia- Braga

Todas nós gostamos de um bom par de sapatos (ou vários). Ou porque vamos a um evento, ou porque gostamos de ter mais opções ou então porque parece que nunca temos calçado suficiente.

Razões não faltam, nem nunca irão faltar, para abrirmos os “cordões à bolsa”.

No entanto, por vezes, a opção na hora da comprar não é mais sensata em termos de saúde, pois preferimos os mais bonitos, os mais elegantes ou mesmo os mais altos. E é aqui que está o problema.

Como consequência, existem várias patologias associados às más decisões no momento da compra dos próximos sapatos, tais como as dolorosas bolhas nos pés!

Assim, passo a enumerar algumas das principais patologias associadas ao uso do calçado.

Joanetes: Também conhecidos com hálux valgo, são uma das patologias mais comum nos pés e resultam de uma alteração anatômica caracterizada pelo desvio do dedo grande em direcção dos outros. Saber mais sobra joanetes. 

Calos: Os calos e calosidades são caracterizados por um aumento da camada mais externa na pele, nas regiões susceptíveis a atritos e pressões. Saber mais sobre calos. 

Fasceíte Plantar: É uma das patologias mais recorrentes no que diz respeito aos pés e corresponde à inflamação, com dor, na fáscia plantar. Saber mais sobre fasceíte plantar. 

Instabilidade Crónica do Tornozelo: É uma lesão com elevada incidência e que em alguns casos, caso o tratamento tenha sido inadequado ou insuficiente, pode levar ao aparecimento de queixas residuais que se podem prolongar no tempo. Saber mais sobre instabilidade crónica do tornozelo. 

Micoses: As micoses resultam de infecções causadas por fungos que para além de existirem no nosso organismo também predominam no meio ambiente – sobretudo nos espaços mais húmidos ou onde há mais calor. Saber mais sobra micoses. 

Gretas: As gretas e as fissuras tendem a aparecer quando a pele dos pés é exposta a condições climatéricas extremas, a terapêuticas agressivas e a agentes agressivos – tais como detergentes. Saber mais sobre gretas. 

Esporão do Calcâneo:  É caracterizado por uma protuberância óssea na base do osso calcâneo ou ainda na região posterior do calcâneo, junto ao tendão de Aquiles. Saber mais sobra o esporão do calcâneo. 

Metatarsalgias: O aparecimento das metatarsalgias devem-se normalmente à sobrecarga das cabeças dos metatarsos sobre o plano de apoio. Saber mais sobre metatarsalgias.

Unhas Encravadas: A onicocriptose, também conhecida por unha do pé encravada, ocorre quando a borda da unha cresce e entra na pele do dedo. Sapatos inadequados e unhas mal cortadas são as causas mais comuns. Saber mais sobre unhas encravadas.

Agora e após esta lista de problemas, espero que da próxima vez que forem comprar sapatos tenham em consideração aspectos como a estabilidade do pés, a postura do corpo, para que tipo de situação estamos a comprar calçado e, não menos importante, se nos sentimos confortáveis com os sapatos.

 

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BOLHAS NOS PÉS? DIGA ADEUS!

Bolhas Nos Pés. Diga Adeus. – Clinica de Podologia Braga

Já tentou de tudo? Meias novas, calçado diferente, emplastros e vaselina e, mesmo assim, continuam a aparecer bolhas? Pois saiba que cientistas descobriram a solução num produto do século XIX.

Depois de anos e anos a procurar a fórmula certa, o medicamento exato, para evitar a formação de bolha, foi finalmente descoberta uma forma simples, barata e, de acordo com os testes, bastante eficaz.

O que não surpreende: afinal essa solução já está disponível há mais de 200 anos.

Para quem faz bolhas com frequências – atenção corredores -, a solução é simples e pode ser descoberta em qualquer farmácia. E não, não são novas pomadas, emplastros ou lubrificantes, pois tudo o que precisa para não criar bolhas são as fitas adesivas médicas.

Saiba mais sobre Podologia Desportiva aqui.

Novos estudos mostram que envolver o pé com uma fita adesiva é a melhor forma de evitar que as bolhas se formem. Os resultados foram testados por investigdores da Universidade de Stanford em corredores de longa distância, os ultramartonistas.

A experiência foi feita com 128 atletas que participaram na ultramaratona RacingThePlanet (250 quilómetros). Esta prova, dividida em seis partes, percorre alguns desertos ao longo do globo, incluindo o deserto de Gobi, desertos na Jordânia e em Madagáscar.

Foi pedido aos corredores que utilizassem a fita num dos pés, deixando o outro sem nenhuma outra prevenção para a formação de bolhas. No fim verificou-se que 98 dos participantes não formou bolhas nos pés nas zonas cobertas pela fita médica. Ao mesmo tempo, 81 atletas acabou com bolhas nos pés que não estavam cobertos por fita.

Isto mostra que apenas 24% dos participantes fez bolhas nos pés quando estes estavam protegidos por fita adesiva. Já 63% dos pés que não estavam protegidos registou o aparecimento de bolhas.

O doutor Grant Lipman, do centro médico da Universidade de Stanford, responsável pelo projeto e que acompanhou várias ultramaratonas, afirmou que embora as condições da corrida onde presta assistência sejam bastante adversas, maior parte dos participantes apenas se queixa das bolhas nos pés.

A fita adesiva médica foi criada em 1845 pelo cirurgião Horace Day com vários componentes naturais, entre os quais borracha natural, pimenta e terebintina.

O estudo, que ainda não foi publicado, aparecerá no Clinical Journal of Sport Medicine.

Fonte: observador

 

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COMO TRATAR DE UMA ENTORSE NO TORNOZELO

COMO TRATAR DE UMA ENTORSE NO TORNOZELO - Podologia Braga

Todos nós a certa altura já torcemos o tornozelo, ou porque o calçado que usávamos era de salto alto ou porque estávamos a praticar desporto. A entorse do tornozelo é a distensão e ruptura dos ligamentos do mesmo. 80% das entorses de tornozelo são de inversão, ou seja, o pé gira de dentro para fora, virando a sola do pé para dentro (em direção ao outro pé).

Saiba mais sobre entorse nos tornozelos aqui.

Imediatamente após a entorse o tornozelo, deve tomar as seguintes precauções:

Fase 1

O tratamento de uma entorse numa 1ª fase (até 48-72h após a lesão), e desde que não haja lesão/luxação óssea associada, consiste e controlar os sinais inflamatórios, através de:

  • Descanso: Evite caminhar ou estar muito tempo de pé. Se tiver de o fazer utilize canadianas. Andar a pé pode significar um agravamento da sua lesão.
  • Gelo: Aplique uma compressa de gelo na área lesada, colocandouma toalha fina entre o gelo e a pele. Use o gelo por 20 minutos e depois espere pelo menos 40 minutos antes de aplicar gelonovamente.
  • Elevação: O pé deve ser elevado um pouco acima do nível do seucoração para reduzir o inchaço.
  • Compressão: um pé elástico pode ser usado para controlar o inchaço.
  • Também pode ser aconselhado pelo médico o uso de anti-inflamatórios não esteróides, como o ibuprofeno, para diminuir a dor e controlar a inflamação.

Nas entorses de grau II e III, a fisioterapia demonstrou ser mais eficiente do que a imobilização. Neste caso o tratamento divide-se em 3 fases:

Fase 2 ou fase de Proliferação (4-10 dias)

  • Usar o pé apenas dentro do limite do confortável/sem dor.
  • Canadianas durante a 1ª semana.
  • Movimentos de flexão do pé e dedos, estabilização activa e coordenação motora.
  • Após a 1ª semana ir introduzindo períodos de treino sem canadiana caminhando lentamente, apoiar 1º o calcanhar depois o resto do pé.
  • Ligadura com tape pode ser realizada assim que o edema tiver diminuído.

Fase 3 ou fase de remodelação precoce (11 -21 dias)

  • Reforço muscular activo, trabalho de estabilização dinâmica e propriocepção.
  • Treino de equilíbrio e coordenação (em actividades que envolvam esforço equivalente em ambos os membros inferiores)
  • Pode utilizar-se um pé elástico para dar suporte enquanto o paciente não for capaz de realizar os exercícios com segurança.
  • Introduzir caminhadas, escadas e corrida progressivamente.
  • Devem ser dados conselhos sobre o calçado mais adequado, inclusive para a prática desportiva, e possível uso de palmilhas.

Fase 4 ou fase de remodelação (reintrodução ao trabalho/prática desportiva)

  • Exercícios funcionais, relacionados com as competências necessárias durante as actividades da vida diária (gesto específico do trabalho/desporto praticado)
  • Seguir um plano de exercícios terapêuticos efectuado em casa ao mesmo tempo que retorna à actividade.
  • Para entorses mais graves, em que haja ruptura total de ligamentos associada a luxação/instabilidade articular o médico pode optar por realizar ou uma redução fechada, ou aberta com reconstrução dos ligamentos (mais comum em pacientes com lesões severas ou com profissões de grande exigência física) seguida de imobilização entre 6 a 8 semanas.

 

A informação contida neste artigo não dispensa a consulta de um especialista.

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